A influência da energia no Anel Atlante a partir da geometria sagrada presente em sua forma

Os símbolos geométricos são capazes de gerar um campo de energia que facilita a conexão com o seu eu superior e leva a atingir novos níveis de consciência. Quando se trata dos símbolos da geometria sagrada, eles criam um campo de energia cristalino, que é poderoso e capaz de auxiliar-nos a experimentar planos distintos da realidade física.

Normalmente este campo gira ao redor de nosso corpo em grande velocidade, próxima da luz (que é a constante busca dos seres humanos). Porém, para a grande maioria de nós, esse campo foi lentificado, ou até mesmo parou completamente de girar. Isso pode ocorrer devido à falta de consciência e de uso do mesmo.

Quando este campo é reativado, a partir do uso de um objeto como o Anel Atlante Original e práticas de atividades como Yoga, Tai Chi Chuan e outros rituais de conexão espiritual, este campo vibratório volta a formar a mesma estrutura original que facilita a conexão do ser humano, rumo a iluminação.

Os estudos da geometria sagrada são regidos pelo arcanjo Metatron. Ele é conhecido nas escrituras como Rei dos Anjos, e é quem liga o humano ao divino. Muitos afirmam que Metatron pode ter sido o profeta Enoque. No Cristianismo, ele é associado à energia do Espírito Santo. Na versão hebraica, Metatron é o aspecto masculino e Shekinah o aspecto feminino. Já na versão Indu, Shákti é o lado feminino da divindade.

O Eu superior

A conexão com o nosso eu superior é a única experiência que nós, enquanto seres humanos, carregamos para nossas vidas futuras, onde quer que permaneçamos.

Todas as nossas ações no plano físico nos conduzem para o aprendizado, que de alguma forma nos servirá para a nossa caminhada futura, quer estejamos presentes no plano físico na Terra ou em outros planos.

Nossos ancestrais afirmam que a ideia que aprendemos, que apenas dominar e modificar as estruturas que nos servem de base para nosso aprendizado enquanto permanecemos em um corpo físico na Terra, é limitada e muito equivocada.

“É certo que a Terra não pertence ao homem, e sim o homem pertence a Terra. Todas as coisas da Terra estão ligadas, como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo, logo, o que ocorrer sobre a Terra, recairá sobre os filhos da Terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um dos seus fios”. (Trecho da carta do chefe Seattle ao presidente americano).

As culturas ancestrais
Nos tempos mais remotos, o homem deu início à sua trajetória pelo planeta Terra a partir da Suméria, Lemúria e Atlântida. Nesse caminho foram se criando as culturas Nativas, Egípcia, Toltecas, Astecas, Maia, Inca, Indu, Hebraica, Taoista, entre outras não citadas.

Estas nações caracterizam fontes culturais muito ricas de conhecimento. Desde a criação do homem até o presente momento, estes povos desenvolveram lições que podem auxiliar em nosso processo de auto transformação em seres com consciência mais elevadas. Conscientes da nossa missão como seres humanos que habitam temporariamente o planeta Terra.

Mesmo diante da nossa atual posição nesse caminho humano percorrido a milhares de anos, ainda nos é mostrado com frequência as melhores maneiras e os melhores caminhos que devemos percorrer em nossa trajetória, de forma que nos guiem pela busca de conhecimentos e execução de ações que nos permitam elevar nosso padrão emocional. É isso possibilita que nos tornemos seres humanos melhores e mais conscientes diante da trajetória transcendental que nos cabe.

Ao observamos cuidadosamente as culturas ancestrais, podemos perceber que na essência de seus ensinamentos elas falam bastante da mesma fonte criadora da origem da vida. São ensinamentos que estão sempre focados em orientar o ser humano a permanecer conectado com esta fonte, que é criadora de todas as coisas.

É de suma importância lembrar que: Somos espelho na criação da nossa própria realidade. Cada ação tem uma reação que vem ao nosso encontro. Somos livres para escolhermos o que fazer, mas ficamos sujeitos aos resultados destas escolhas.

Com o uso dos símbolos, e com a geometria contida no Anel Atlante, podemos ter mais consciência das nossas ações cotidianas.

O cubo de Metatron e os sólidos platônicos

A geometria sagrada tem início com apenas um círculo. Todos os outros círculos vão se juntando a ele, dando origem aos outros símbolos geométricos, até formarem o cubo de Metatron, que mostra a verdade milenar que discorre sobre toda a vida surgir da mesma origem.

O cubo de Metatron representa os treze sistemas universais de sabedoria contidos no fruto da vida. Encontramos nele os sólidos platônicos, que são os tijolos construtores da nossa realidade física.

Estes sólidos são objetos tridimensionais primários completamente simétricos, tidos como símbolos visíveis da orgânica do Universo. A eles foram atribuídos vários significados místicos.

Os sólidos platônicos foram descritos pela primeira vez por Platão, que afirmou ter recebido esses conhecimentos sagrados no interior da Pirâmide de Gizé. São cinco os sólidos platônicos, que representam os cinco elementos, na alquimia. Isso não é apenas matemática ou geometria: é o mapa vivo de toda a criação da nossa realidade.

A flor da vida

A “Flor da vida” é um símbolo da criação e do padrão da vida. Ele contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA. Esse padrão é utilizado em cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo. Muitos mestres afirmam em seus ensinamentos que não há nenhum conhecimento no Universo que não esteja contido neste padrão geométrico, o que ressalta sua relevância.

A Flor da Vida indica a estrutura geométrica original de toda a malha da existência do Universo. É o padrão do qual os átomos se acoplam e como eles formam todo o mundo material, bem como o imaterial também.

Ao olhamos de forma atenta para a Flor da Vida, vemos 19 centro-círculos em dois círculos concêntricos. Dentro desse padrão também se percebe o ovo da vida, com treze círculos. O ovo da vida são os padrões que permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade. Por isso, ambas as figuras representam uma das formas mais sagradas de toda a existência planetária.

Combinando esses treze círculos, que são reflexos femininos, com todas as linhas retas masculinas possíveis, obtemos a forma geométrica sagrada que caracteriza o cubo de Metatron, citado anteriormente.

Os cinco elementos nas formas geométricas do Anel Atlante Original

O tetraedro, com suas quatro faces, representa o elemento fogo, de cor vermelha.
O cubo, com seis faces, representa o elemento terra, de cor verde.
O octaedro, que possui oito faces, representa o elemento ar, de cor amarela.
O dodecaedro, com 12 faces, representa o elemento éter, força universal da vida, que tem
cor violeta.
O icosaedro, de 20 faces, representa o elemento água, de cor azul. Ele simboliza a força biológica da vida, e sua forma se aproxima da forma mais perfeita que existe: a esfera.

O princípio da criação do Universo, onde todos nós vivemos ao efetuarmos a segunda rotação em torno da semente da vida, é que chegaremos uma nova forma: o ovo da vida. Esta figura representa a estrutura morfogenética a partir da qual nosso corpo foi criado.

Outra forma que também foi criada e é parte da geometria sagrada é a árvore da vida, uma subdivisão da flor da vida. Contém dez círculos que representam o Sef, a esfera, em hebraico. Na Cabala, representa o caminho para a iluminação espiritual, sendo o mapa do Universo e da psique.

A geometria sagrada compõe as ligações entre os microcosmos e macrocosmos, sendo a linguagem mais próxima da criação, também conhecida como “linguagem da luz”. Ela nos traz a visão completa da unidade que permeia toda a vida.

By |2018-06-11T19:07:26+00:00junho 11th, 2018|Categories: Anel Atlante|0 Comments
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